Imagem retirada de https://www.migalhas.com.br/Quentes/17,MI284209,81042-Protecao+de+dados+das+criancas+na+internet+exigira+responsabilizacao

 

Nas últimas semanas, a boneca Momo aterrorizou crianças, pais, cuidadores e todos os que viram sua imagem e souberam o conteúdo de suas mensagens veiculadas pela internet.

Fake News ou não, a questão central permanece: como “proteger” nossas crianças de conteúdos inapropriados e, ao mesmo tempo, deixá-las navegar por sites indicados para suas idades?

Afinal de contas, o mundo destes “pequenos” de hoje será fortemente norteado e estruturado no uso das telas. Proibir não é ensinar. Proibir definitivamente não adiantará nada e é uma das soluções mais ineficazes. Como fazer, então?

Há, sim, muitos caminhos que podem ser trilhados.

Talvez um dos mais eficazes seja estar por perto, sabendo exatamente o que a criança está vendo ou jogando. Claro que isso não significa estar “grudado” na tela ao lado e o tempo todo. Significa tão somente estar no mesmo ambiente, preferencialmente na sala, e estar “antenado” no conteúdo que seu filho está vendo. Nada de fones de ouvido. Importante que os pais ou cuidadores estejam “ouvindo” o que está sendo veiculado.

O tempo de tela recreativa deve ser combinado previamente com a criança e não deve atrapalhar as atividades escolares, esportivas ou extracurriculares.

Antes de dormir as telas devem ser evitadas pois definitivamente podem atrapalhar o sono.

Uma dica importante e que poucas famílias hoje em dia conseguem: jantar juntos sem eletrônicos por perto. Isso é muito relevante, pois neste momento “mágico” e sem pressa as conversas podem ser determinantes de uma melhor convivência para todos.

Ensinar não é fácil. Talvez seja até mais difícil que aprender.

fonte: Bem-estar

RGB Comunicação